quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Emb. Clodoaldo Hugueney e a China


Ontem (28/02/2012) fui assistir a palestra do Embaixador Clodoaldo Hugueney, na FAAP em São Paulo, sobre o tema “Uma visão da China e das relações sino-brasileiras”. O evento foi promovido pelo Conselho Empresarial Brasil-China (www.cebc.org.br). O Brasil encara positivamente a relação com a China. Percebi que o embaixador tem uma compreensão das sutilezas que envolve a cultura chinesa, ainda que não as domine totalmente. Mas a compreensão, em si mesma, de que é preciso ter abertura para se compreender o que é diferente, já demonstra uma maturidade que é pressuposto para a as relações sino-brasileiras. O Embaixador tratou da transição política e econômica na China e, ao final, abordou as relações sino-brasileiras. A política de reforma "controlada" dominou a palestra. Ao concluir sua exposição, manifestou brevemente qual o lugar da academia: desvendar e disseminar a cultura chinesa a fim de auxiliar diplomatas e empresários a se relacionar com os chineses. Valeu a pena. 

Segue uma entrevista que o Embaixador Hugueney deu ao China Daily, veiculada no You Tube (Clique aqui) e outra divulgada no site Global 21 (clique aqui).

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Sobre o comércio Brasil-China

O Brasil criou em 2011 uma força tarefa no âmbito da subsecretaria de assuntos econômicos e financeiros do Itamaraty, sob o comando do embaixador Waldemar Carneiro Leão, com o objetivo de monitorar o desenvolvimento das relações economico-comerciais com a China e oferecer sugestões para a ampliação comercial “para além da complementaridade” , ou seja, fazer um esforço de diversificação da pauta exportadora e melhor conteúdo do comércio.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Arquiteturas modernas na China


O Piano House localizado na província de Hui, na China, é o centro de estudos musicais da Universidade local, em Huainan City.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

COSBAN : Brasil, China e as novas oportunidades



O Vice-Presidente da República, Michel Temer, e o Vice-Primeiro-Ministro do Conselho de Estado da República Popular da China, Wang Qishan, realizaram declaração à imprensa após encontro por ocasião da II Reunião da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação — COSBAN, no Palácio Itamaraty, em 13 de fevereiro de 2012. Uma reunião que me pareceu produtiva pelo extenso rol de iniciativas conjuntas acertadas pelos dois países. Bravo! O Brasil precisa estabelecer uma relação de parceria e soberana com a China. Tal iniciativa aponta para o futuro envolvendo duas grandes nações: uma nova e outra milenar. Ambas com muito potencial para fazer a história do Século XXI. Clique aqui para assistir ao vídeo.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Aprendendo com os "hanzi"

1) Tornar-se um "rei" (wang) resulta do "fazer" (gàn) o "trabalho" (gong). E "rei" é aquele que é "dono" (zhu rén) de si mesmo. E para ser "dono" (zhu rén) é preciso "fazer" (gàn) o "trabalho" (gong).

2) Uma "pessoa" (rén) para se tornar "grande" (dá), "demais" (tài), deve saber usar a "cabeça" (tóu) para não ter uma "cabeça cheia de preocupação" (tóu dà).

3) Para se fazer o um bom "negócio/comércio" (mai mài) observe o seguinte: ao "comprar" (mai), use a "cabeça" (tóu); para "vender" (mài) multiplique por "dez" (shi).

4) "Lua" (yüè) "brilhante" (ming) anuncia um "dia" (tian) "branco" (bái) para "amanhã" (ming tián).

O corpo como escrita da alma

Ao retomar os estudos do mandarim e da aprendizagem dos "hanzi" pergunto-me se nas danças e artes maciais chinesas os braços e as mãos não seriam como pincéis a desenhar no ar, com os gestos, as palavras e os seus significados, transmitindo com o movimentos dos corpos um símbolo que ultrapassa a própria palavra. O corpo como escrita da alma. Encontrei um vídeo interessante no YouTube cujas primeiras imagens podem alimentar esta ideia. Clique aqui